Paralímpicos

  • Ela retirou um tumor cerebral, teve um AVC e aos 17 foi campeã mundial adulta

    Verônica Hipólito é prata na Paralímpiada do Rio. A trajetória da atleta mostra que é possível se manter forte mesmo diante de imensos obstáculos

  • Os jogos da inspiração

    Paralimpíada do Rio vai consagrar campeões e emocionar o público, mas seu maior legado será a difusão no Brasil do esporte para deficientes

  • Por que os nossos paralímpicos são tão bons?

    Em 20 anos, o Brasil se tornou uma potência mundial em esportes paralímpicos; Investimentos robustos, uma geração extraordinária de atletas explicam a evolução

  • O maior legado da Paralímpiada para o Brasil

    Brasil inaugura o maior Centro de Treinamento Paralímpico do mundo que contempla 15 modalidades paralímpicas

  • O nome dele é Brasil

    Ele foi impedido de competir e quase desistiu das piscinas. À beira da depressão, encontrou forças, voltou às águas e já conquistou mais de 60 medalhas

  • Vida que segue

    Luis Carlos era dançarino de forró, ficou paraplégico e conseguiu se reerguer com o esporte. Em apenas seis anos, tornou-se um dos melhores paracanoista do mundo

  • Gigantes

    Anões de Uberlândia conquistam ouro em campeonato mundial e abrem caminho para a primeira medalha paraolímpica brasileira no levantamento de peso

  • O cego que é craque da seleção brasileira de futebol de 5

    Você sabe o que é futebol de 5? Conheça o esporte olímpico e saiba quem é Ricardinho, o craque que venceu todos os campeonatos que disputou nos últimos oito anos

  • Daniel Dias disputa o Laureus, o Oscar do esporte, pela sexta vez

    O nadador se tornou o maior medalhista brasileiro em Paralimpíadas já recebeu a honraria em 2009, 2013 e busca sua terceira premiação

  • Alan Fonteles: a máquina feroz

    Ele quase perdeu a cabeça depois de conquistar o mundo. Agora, de volta aos treinamentos e com o coração mais calmo, quer fazer bonito competindo contra atletas sem deficiência

  • De braçada em braçada

    Portadora de Parkinson, a ex-triatleta Susana Schnarndorf desafiou os piores prognósticos para se tornar um fenômeno da natação paraolímpica

  • Um domingo de “murderball”

    No rúgbi em cadeira de rodas, não há coitadinhos nem misericórdia: a ordem é jogar duro e explorar as deficiências do adversário. E o Brasil é bom nisso

  • A revolução de Natália

    Ela perdeu as pernas ao ser atropelada aos dois anos, mas superou as dificuldades físicas para se tornar o maior nome do tênis em cadeira de rodas no País

  • Os primeiros passos

    Jogos paralímpicos escolares oferecem oportunidades para jovens vítimas de preconceito e que sonham em representar o Brasil em grandes competições esportivas

  • Terezinha Guilhermina, a cega mais rápida do mundo

    Ela nasceu numa carroça, ficou órfã de mãe aos 9 anos, o pai saiu de casa logo depois e, ainda na juventude, perdeu totalmente a visão. Nada disso foi capaz de dobrá-la, hoje em dia, ela é uma das atletas mais completas do Brasil